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Dia Internacional de Combate a Homofobia na Universidade Católica de Brasília

Segue abaixo a programação do Núcleo Discente de Diálogo em Gênero e Diversidades – Div’Gê, da Universidade Católica de Brasília, para o Dia Internacional de Combate à Homofobia:

“Como algumas/alguns sabem, Maio é marcado pelo Mês Internacional de Combate à Homofobia, onde a data escolhida remete a exclusão da homossexualidade da lista de Classificação Internacional de Doenças (CID) pela Organização Mundial de Saúde (OMS), oficialmente declarada em 17 de Maio de 1992.

Devido a isso e a necessidade de continuidade da luta por direitos LGBTTT’s, o Núcleo Discente de Diálogo em Gênero e Diversidades – Div’Gê comemora a data dos 20 anos de abolição do termo “homossexualismo”, trazendo para a Universidade Católica uma amostra de filme e um enorme protesto/beijaço contra a homofobia nas Universidades e escolas do país. Além disso, estaremos com uma intervenção adaptada onde haverá uma imagem do Deputado Jair Bolsonaro, onde você poderá deixar seu recado.

15h: Cine-Debate: “Milk – A Voz da Igualdade” (com Felipe Areda)
18h: Intervalo Interativo: Recado ao Bolsonaro
18h40: Concentração
19h20: Manifesto/Beijaço

Precisamos de vozes e forças dentro da Universidade que é propulsora de boicotes passados de movimentos sociais e conhecida por inúmeros casos de homofobia e machismo. Então traga sua bandeira, tambores, latas para batuque, cartazes, apitos e muita voz para esse dia de comemoração e combate à homofobia, lesbofobia e transfobia não somente no Brasil, mas em todo o mundo.”

Fonte: http://www.facebook.com/events/442356725778420/447987718548654/?notif_t=plan_mall_activity

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Piranha é peixe!

"Já fomos chamadas de vadias porque usamos roupas curtas, já fomos chamadas de vadias porque transamosantes do casamento, já fomos chamadas de vadias por simplesmente dizer “não” a um homem, já fomos chamadas de vadias porque levantamos o tom de voz em uma discussão, já fomos chamadas de vadias porque andamos sozinhas à noite e fomos estupradas, já fomos chamadas de vadias porque ficamos bêbadas e sofremos estupro enquanto estávamos inconscientes, por um ou vários homens ao mesmo tempo, já fomos chamadas de vadias quando torturadas e curradas durante a Ditadura Militar. Já fomos e somos diariamente chamadas de vadias apenas porque somos MULHERES."

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